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Arquivo para a categoria “Entretenimento”

Do ICQ ao Facebook: uma breve história dos mensageiros instantâneos

MSN Messenger é apenas um dos serviços que um dia foram populares mas perderam espaço

A confirmação de que a MICROSOFT vai incorporar o MSN ao SKYPE marca o fim de um serviço que foi passado para trás nos últimos anos. Mas o serviço de mensagens instantâneas da companhia não só não foi o primeiro a surgir como, no passado, deixou outros concorrentes para trás.

As mensagens instantâneas pela web se tornaram populares a partir da criação do ICQ pela Mirabilis, empresa israelense que colocou o serviço no ar em 1996. Ele se tornou rapidamente o mensageiro instantâneo mais popular do mundo e, em 2001, tinha mais de 100 milhões de usuários registrados.

Os tempos eram outros. A internet começava a se desenvolver e não tinha os bilhões de usuários da atualidade, o que faz o desempenho do ICQ ainda mais surpreendente. Em 1998, a Mirabilis foi comprada pela AOL por US$ 287 milhões e mais US$ 120 milhões que foram pagos em um período de três anos.

O ICQ era bastante avançado para a sua época. Ele possibilitava troca de arquivos, a criação de salas de bate-papo com diversas pessoas, guardava o histórico das conversas, tinha mensagens offline, possibilitava a criação de um perfil com as informações e ainda tinha um som para o recebimento de mensagens que ficou bastante conhecido (uh-oh). Para adicionar os amigos, era possível buscá-los entre os usuários do serviço ou digitar diretamente um número chamado Universal Internet Number.

Com o sucesso do ICQ, outros serviços surgiram buscando o sucesso atingido pela iniciativa da Mirabilis. Entre eles destaca-se o AOL Instant Messager(AIM), lançado em 1997 pela empresa que um ano depois compraria a Mirabilis. O AIM era, em 2005, o serviço mais utilizado no mundo com 53 milhões de usuários. O MSN Messenger, da Microsoft, foi lançado em 1999, mas só se tornou popular em meados da década seguinte.

O ICQ foi dominante no Brasil durante anos, mas começou a cair em popularidade no começo da década de 2000, até ser definitivamente superado pelo MSN. Em 2005, a Microsoft renomeou o seu serviço para “Windows Live Messenger” e, neste momento, já era o principal nome dos IMs por aqui. Em 2009, a Microsoft dizia que mais de 330 milhões de pessoas usavam mensalmente o Live Messenger.

Mais opções

Novos nomes que surgiram entre a decadência do ICQ e o crescimento do MSN se tornaram importantes nos anos seguintes. Um deles é o Skype, lançado em 2003, que permitia comunicação via vídeo, voz e mensagens instantâneas. Ele nunca foi popular como um IM, mas ganhou força principalmente pela possibilidade de realizar ligações VoIP, permitindo fazer chamadas telefônicas e falar com pessoas do mundo inteiro com tarifas menores do que as cobradas por operadoras. Em 2011, a Microsoft comprou o serviço e, um ano e meio depois, decidiu integrar o antigo MSN Messenger ao Skype – o que ocorrerá definitivamente em 2013.

Em 2005 que o Google decidiu entrar no jogo e lançou o seu Gtalk, que podia ser acessado tanto por um software instalado no computador quanto pela página do Gmail. Os contatos eram o mesmos da agenda do serviço do Google, e as conversas ficavam armazenadas como se fosse uma troca de emails. A facilidade de acessar o serviço em qualquer lugar – bastava entrar na sua conta do Gmail – fez o Gtalk ganhar muitos usuários em pouco tempo.

Mais recentemente, em 2010, o Facebook integrou o Facebook Chat à rede social, permitindo conversas com todos os amigos. A popularidade da rede social, que cresceu muito no Brasil nos anos seguintes até ultrapassar os 60 milhões de membros por aqui, contribuiu para o esvaziamento do MSN Messenger, que, após tomar o posto do ICQ de principal IM do país, também foi aos poucos abandonado por parte de seus usuários.

Mobilidade

O crescimento da internet móvel e dos smartphones também teve alguma influência nos IMs. Com a possibilidade de acessar a web de qualquer parte do mundo, os serviços mais populares ganharam versões móveis, como o Google Talk, o próprio MSN e o Facebook Messager – que virou um app separado da rede social em 2011.

Mas não são apenas eles que facilitam as conversas nos telefones. Serviços como o Viber, o WhatsApp e o iMessage também permitem a troca de mensagens pelos telefones via internet, contribuindo para usuários gastarem menos do que gastariam com mensagens SMS. Esses serviços também permitem trocar informações sobre localização, enviar imagens e criar grupos para falar com diversas pessoas ao mesmo tempo.

O próprio ICQ, um dos pioneiros em IMs, também existe em sua versão móvel. Com ele é possível sincronizar contatos do Google Talk e de outros serviços e redes sociais e usá-los em apenas um app.

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Strudel

O strudel é um tipo de doce em camadas e enrolado com recheio em seu interior. Se tornou conhecido e ganhou popularidade no século 18 durante o Império Habsburgo.

O doce foi denominado da palavra em alemão “Strudel”, que no Médio Alto da Alemanha, significa literalmente redemoinho.   A origem dessa forma de se trabalhar a massa e as inúmeras maneiras de preparo, nos é desconhecida nos dias de hoje. A receita mais antiga que temos conhecimento do nosso conhecido strudel, remonta de 1696, e está preservada na Biblioteca Municipal de Viena, a “Wiener Stadtbibliothek”.O strudel é mais frequentemente associada à cozinha austríaca, mas historicamente já era conhecida dentro da culinária árabe e turca. Lá essa especialidade era e até hoje é, feita com massa “filo” e recheado com nozes, pistache, amendoas, mel, queijos, yogurtes, carnes etc, e não era somente enrolados, mas também sobrepostas as camadas.

Podem ter os austríaco se inspirado no modo como os turcos esticavam a massa, mas os húngaros, austríacos, e os bavarios tiveram suas participações no seu aprimoramento. Em todo o caso, foram os vienenses, especialistas neste setor, que tornaram essa iguaria conhecida no mundo todo.   Os tipos mais conhecidos são o de maçã (Apfelstrudel) e o de queijo ricota, com passas e açúcar (Topfenstrudel). Nesta lista também se incluem o de cereja azeda (Weichselstrudel),de cereja doce (Kirschenstrudel) e de semente de papoula (Mohnstrudel).

Existem também strudels salgados recheados com espinafre, repolho, verduras entre outras receitas.   O strudel na confeitaria austríaca é diferente dos strudels servido em outras partes do mundo, que muitas vezes são feitos de massa folhada, massa de fermento ou de massa filo.

A tradicional massa do strudel na Áustria é muito fina e elástica. É feita à partir de farinha de trigo com elevado teor de glúten, contendo, água, sal, açúcar, manteiga e ovo (opcional). A massa é trabalhada vigorosamente, descansada e depois esticada sobre uma toalha de pano até ficar muito fina.

Dia do Jornalismo

comunicação sempre se fez presente em todos os estágios de evolução humana. Mas, a origem do jornal se deu na Europa por meio dos ingleses, franceses, alemães e, mais tardiamente, o jornal chegou aos Estados Unidos e na América. O Jornal possui a responsabilidade de instigar seus leitores a pensar, a estimular seu senso crítico e a debater temas de interesse da sociedade.

Hoje, ser Jornalista é ser um profissional da Informação. Sua função é coletar informações que sejam de interesse público e divulgá-las para a sociedade. Entre as especialidades da profissão, um jornalista pode ser: arquivista pesquisador, assessor de imprensa, diretor de redação, editor, jornalista, produtor de texto, repórter de televisão ou rádio, revisor, repórter fotográfico.

São esses profissionais que recolhem, apuram, selecionam, redigem, difundem idéias e as registram através de imagens e de sons. Eles ainda são responsáveis por interpretar e organizar as informações e notícias a serem difundidas, expondo, analisando e comentando os acontecimentos. A divulgação dessas informações pode ser feita através de jornais, revistas, televisão, rádio, internet, assessorias de imprensa e quaisquer outros meios de comunicação com o público. O trabalho de todo profissional da informação deve ser orientado no sentido de garantir o direito à informação qualificada, ética, democrática e cidadã para toda a população.

Fonte: IBGE teen ; UFSC

Dia do Jornalismo

7 de Abril

Comunicação sempre se fez presente em todos os estágios de evolução humana. Mas, a origem do jornal se deu na Europa por meio dos ingleses, franceses, alemães e, mais tardiamente, o jornal chegou aos Estados Unidos e na América. O Jornal possui a responsabilidade de instigar seus leitores a pensar, a estimular seu senso crítico e a debater temas de interesse da sociedade. Hoje, ser Jornalista é ser um profissional da Informação. Sua função é coletar informações que sejam de interesse público e divulgá-las para a sociedade.

Entre as especialidades da profissão, um jornalista pode ser: arquivista pesquisador, assessor de imprensa, diretor de redação, editor, jornalista, produtor de texto, repórter de televisão ou rádio, revisor, repórter fotográfico. São esses profissionais que recolhem, apuram, selecionam, redigem, difundem idéias e as registram através de imagens e de sons. Eles ainda são responsáveis por interpretar e organizar as informações e notícias a serem difundidas, expondo, analisando e comentando os acontecimentos.

A divulgação dessas informações pode ser feita através de jornais, revistas, televisão, rádio, internet, assessorias de imprensa e quaisquer outros meios de comunicação com o público. O trabalho de todo profissional da informação deve ser orientado no sentido de garantir o direito à informação qualificada, ética, democrática e cidadã para toda a população.

Jornalista, só com diploma

Por Sérgio Murillo de Andrade

Em 1964, na madrugada de 1º de abril, um golpe militar depôs o presidente João Goulart e instaurou uma ditadura de 21 anos no Brasil. Em 2009, a sociedade brasileira pode estar diante de um novo golpe. Desta vez contra o seu direito de receber informação qualificada, apurada por profissionais capacitados para exercer o jornalismo, com formação teórica, técnica e ética.

A exigência do diploma para o exercício da profissão de jornalista, em vigor há 40 anos (1969/2009), encontra-se ameaçada. O Supremo Tribunal Federal (STF) julgará, também em 1º de abril, o recurso que questiona a constitucionalidade da regulamentação da profissão de jornalista. O ataque à profissão jornalística é mais um ataque às liberdades sociais, cujo objetivo fundamental é desregulamentar as profissões em geral e aumentar as barreiras para a construção de um mundo mais pluralista, democrático e justo.

É importante esclarecer: defender que o jornalismo seja exercido por jornalistas está longe de ser uma questão unicamente corporativa. Trata-se, acima de tudo, de atender à exigência cada vez maior, na sociedade contemporânea, de que os profissionais da comunicação tenham uma formação de alto nível. Depois de 70 anos da regulamentação da profissão e mais de 40 anos de criação dos cursos de Jornalismo, derrubar este requisito à prática profissional significará retrocesso a um tempo em que o acesso ao exercício do jornalismo dependia de relações de apadrinhamentos e interesses outros que não o do real compromisso com a função social da mídia.

Prática profissional responsável

A Constituição, ao garantir a liberdade de informação jornalística e do exercício das profissões, reserva à lei dispor sobre a qualificação profissional. A regulamentação das profissões é bastante salutar em qualquer área do conhecimento humano. É meio legítimo de defesa corporativa, mas sobretudo certificação social de qualidade e segurança ao cidadão. Impor aos profissionais do Jornalismo a satisfação de requisitos mínimos, indispensáveis ao bom desempenho do ofício, longe de ameaçar à liberdade de Imprensa, é um dos meios pelos quais, no estado democrático de direito, se garante à população qualidade na informação prestada – base para a visibilidade pública dos fatos, debates, versões e opiniões contemporâneas.

A existência de uma imprensa livre, comprometida com os valores éticos e os princípios fundamentais da cidadania, portanto cumpridora da função social do jornalismo de atender ao interesse público, depende também de uma prática profissional responsável. A melhor forma, a mais democrática, de se preparar jornalistas capazes a desenvolver tal prática é através de um curso superior de graduação em Jornalismo.

Interesses e motivações

A manutenção da exigência de formação de nível superior específica para o exercício da profissão, portanto, representa um avanço no difícil equilíbrio entre interesses privados e o direito da sociedade à informação livre, plural e democrática.

A sociedade já disse o que quer: jornalista com diploma. Pesquisa realizada pelo Instituto Sensus, em setembro de 2008, em todo país, mostrou que 75% dos brasileiros são a favor da exigência do diploma de Jornalismo.

Não apenas a categoria dos jornalistas, mas toda a nação perderá se o poder de decidir quem pode ou não exercer a profissão no país ficar nas mãos de interesses privados e motivações particulares. Os jornalistas esperam que o STF não vire as costas aos anseios da população e vote pela manutenção da exigência do diploma para o exercício da profissão de jornalista no Brasil. Para o bem do jornalismo e da própria democracia.

Doze mandamentos do Jornalismo

1. O chefe de redacção tem a última palavra sobre a publicação de um texto e pode exigir sempre algumas alterações às descrições nele contidas, à sua extensão, à origem e ao estilo.
2. O preâmbulo, ou lead (parágrafo-guia) é a parte mais importante de um texto jornalístico. Todos os artigos devem começar por um resumo (punch) que anuncie o essencial do artigo, e que responda às questões: Quem?, O quê?, Quando?, Onde?

3. As ideias ou ocorrências principais devem iniciar o artigo e os pormenores devem ser incluídos no final, de forma a que, eventualmente, se possa cortar o texto. É o sistema da “Pirâmide Invertida”.

4. As citações têm um papel essencial no jornalismo pois permitem traduzir com precisão o pensamento da pessoa entrevistada. Aconselha-se, que se inclua, sempre que possível, uma frase ou algumas palavras entre aspas ou em itálico.

5. O repórter deve pensar sempre na fotografia, antes mesmo da realização da entrevista ou da redacção do artigo, fornecendo, ele próprio, uma ilustração ao chefe de redação. Sem foto não há artigo, notícia, crónica, entrevista, reportagem, etc.

6. O editorial tem como objectivo dar a conhecer uma opinião pessoal sobre determinado assunto. Pelo contrário um relato de uma notícia tem como objectivo revelar os fatos, os números, as palavras, abstendo-se o redator de dar a sua opinião pessoal.

7. Uma ideia por parágrafo e os parágrafos devem ser curtos. Um artigo é composto de vários e pequenos artigos, cabendo ao chefe de redação a tarefa de verificar a coerência dos parágrafos e eliminar alguns, se necessário.

8. Numa reportagem ou numa entrevista em que o repórter desempenha o papel de testemunha, é aconselhável a descrição das personagens, dos locais e dos objetos, tornando-a assim mais viva e visual. Quanto mais pormenores melhor.

9. Não entregar o texto a tempo, quer dizer, de acordo com o deadline estipulado, significa correr-se o risco de ver o seu trabalho ir parar ao caixote do lixo. É uma regra de ouro do jornalismo.

10. Para melhorar a qualidade de um texto é conveniente pedir a um amigo esclarecido ou a alguém de confiança que o leia. Escreve-se para os outros, não para si próprio. A comunicação vai de A para B.

11. O professor universitário ou o romancista e o jornalista não escrevem da mesma forma. O jornalista começa o seu texto com um lead, ao contrário do professor universitário ou do romancista, que o começa com uma introdução geral. Dar o essencial rapidamente, é a primeira preocupação do jornalista.

12. Às vezes basta analisar o tipo de escrita jornalística de um periódico ou de uma revista para se compreender as regras fundamentais que temos vindo a descrever (entrevista, notícia, crónica e reportagem).

Os Dez Mandamentos para Jornalista nas Redes Sociais

Os Dez Mandamentos para Jornalista nas Redes Sociais  

1) Não tuitarás notícia sem antes checar a informação.

2) Não divulgarás notícias relevantes sem atribuir a elas fontes primárias de informação.

3) Tuítes “apócrifos”, sem fonte, jamais serão aceitos como instrumento de checagem ou comprovação.

4) Não esquecerás que informação precede opinião.

5) Não matarás – sem antes checar o óbito.

6) Lembrarás que mais vale um tuíte atrasado e bem checado que um tuíte rápido e mal apurado. E que um número grande de retuítes não garante credibilidade.

7) Serás assertivo apenas naquilo que tens certeza do que diz.

8 ) Não se esquecerás da apuração in loco, por telefone e/ou por e-mail.

9) Não terás pudores de reconhecer, rapidamente e sem poréns, o erro em caso de divulgação ou encaminhamento de informação incorreta.

10) Na dúvida, não retuitarás. Pois, tu és responsável por aquilo que repassas. Ou seja, se der merda, você é culpado.

Símbolo do Jornalismo

O símbolo do Jornalismo é a RAPOSA.

Por que a raposa? Porque ela é o símbolo maior da esperteza e da astúcia. Tem visão, olfato e audição bastante aguçados e permanece alerta a tudo que se passa a sua volta, além de ser extremamente ágil e inteligente. Soberba? Presunção? Nem um, nem outro. Não fui eu quem escolheu a raposa como símbolo do Jornalismo… Mas quem o fez tem toda razão!!!

O Símbolo do jornalismo é um livro aberto cruzado por uma pena para ficar do lado direito do anel. A pena é a representação da escrita nos antigos livros da Gazeta Romana no início do jornalismo manual antes da invenção da imprensa.

A outra parte da lei é que o jornalista tem o compromisso com a verdade dos fatos e seu trabalho se pauta pela precisa apuração dos acontecimentos e sua correta divulgação. A pedra/rubi é vermelha e a pena no símbolo é preto e branco.

O Jornalismo.

Eis o símbolo da minha profissão, LEX, que significa Lei no latim, o papel e a pena, algo simples que mostra o que eu escolhi para a minha vida.
 “Qual é o símbolo do Jornalismo?” no Google, achei uma enquete do Yahoo! em que uma pessoa respondeu: “O Pinóquio de perfil.” Sim, existem maus profissionais, como em qualquer profissão, e existem os que são éticos e respeitadores à verdade, sei quais profissões eu jamais seguiria, porém, não falo mal delas como se fossem inúteis e cheias de pessoas desagradáveis.


Brasil ocupa 11ª posição em ranking que mede impunidade em casos de assassinatos de jornalistas

O Brasil ocupa a 11ª colocação no ranking de países em que os assassinatos de jornalistas mais ficaram impunes, segundo a organização não governamental (ONG) Comitê de Proteção aos Jornalistas (CPJ). Os piores na América Latina são Brasil (11º lugar), México (oitavo lugar) e Colômbia (quinto lugar). No mundo, os líderes em violência contra jornalistas são Iraque (primeiro), Somália (segundo) e Filipinas (terceiro), segundo o Índice de Impunidade criado pela CPJ.

No ranking passado, o Brasil ficou em 12o lugar.

Segundo o documento, jornalistas locais são as vítimas na grande maioria dos casos não resolvidos. Em todos os países pesquisados, apenas 13 dos 247 casos envolvem jornalistas que trabalhavam fora de seu país. Outro dado do levantamento indica que a reportagem sobre política foi a mais perigosa. Trinta por cento das vítimas incluídas no índice do CPJ cobriam esse tema.

Outra conclusão do relatório é a de que, mesmo em áreas de conflito, o homicídio deliberado de jornalistas é comum. Aproximadamente 28% dos jornalistas no índice cobriam conflitos armados quando foram assassinados. O relatório também aponta que, em mais de 40% dos casos analisados para o índice, as vítimas receberam ameaças de morte antes de serem assassinadas e que, frequentemente, os assassinos tentam enviar uma mensagem inibidora ao restante da imprensa.

O relatório do comitê informa ainda que a violência e a impunidade aumentaram de forma “acentuada” no Paquistão e no México.

“A impunidade é o oxigênio para ataques contra a imprensa e o motor daqueles que buscam silenciar a mídia”, disse Javier Garza, editor do jornal mexicano El Siglo de Torreón. No caso do México, Garza conta sobre os ataques promovidos por “pistoleiros profissionais” em Coahuila, nos últimos quatro anos.

Pelo relatório, houve melhoras na Colômbia, que sofre com a ação das guerrilhas, e no Nepal, que vive sob tensão devido às áreas de conflito em permanente confronto.

O índice anual de impunidade do CPJ foi publicado pela primeira vez em 2008 e identifica países onde jornalistas são mortos com frequência e os governos fracassam na resolução dos crimes. Para este último índice, o CPJ analisou homicídios de jornalistas ocorridos entre 1º de janeiro de 2002 e 31 de dezembro de 2011, que permanecem sem solução.

Índice de Impunidade 2012

1º Iraque
2º Somália
3º Filipinas
4º Sri Lanka
5º Colômbia
6º Nepal
7º Afeganistão
8º México
9º Rússia
10º Paquistão
11º Brasil
12º Índia

Rio de Janeiro é um dos lugares mais bonitos do mundo

Rio de Janeiro é uma das 27 unidades Federativas do Brasil. Situa-se na porção leste da regiao Sudeste, tendo como limites os estados de Minas Gerais (norte e noroeste),Espirito Santo (nordeste) e São Paulo (sudoeste), como também o Oceano Atlântico (leste e sul). Ocupa uma área de 43 696,054 km², sendo pouco maior que a Dinamarca. Apesar de ser, efetivamente, o 3º menor Estado do Brasil (ficando à frente apenas dos estados de Alagoas e Sergipe, respectivamente, em segundo e primeiro lugar), concentra 8,4% da população do país, figurando, consequentemente, como o estado com maior densidade demografica do Brasil.

Sua capital e maior cidade é a cidade homônima, a segunda cidade mais populosa do Brasil e principal centro cultural do país. Os naturais do estado do Rio deJaneiro são chamados de fluminenses (do latim flumen, literalmente “rio”). Carioca é o gentílico dacidade do Rio de Janeiro.

Segundo dados do Censo 2010 o Rio de Janeiro é o terceiro  estado mais populoso do Brasil.

Rio de Janeiro

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