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Arquivo para o mês “julho, 2015”

7 X 1

SETE VIDAS

Se eu tivesse sete vidas cada uma viveria de um jeito
A Primeira viveria de forma mais sensata
Viveria com cautela examinando cada passo
Para não errar o caminho não sair da trilha.

A segunda seria mais amável mais gentil
Perdoaria da mesma forma que quero ser perdoada
Só faria o bem sem pensar no que vou receber pelo bem que faço

Ah mais na terceira seria assim maliciosa
Mulher ousada viveria sem pensar no amanhã
Faria tudo que der na telha, arderia de paixão em um dia
No outro não lembraria o nome daquele que do meu lado adormeceu

Na quarta e quinta seria escritora famosa estudada
Bem apreciada leria bons livros
E todos leria até o fim, nenhum ficaria pela metade

Já a Sexta vida seria aventureira viajaria todo fim de semana
Conheceria todo o mundo viveria um grande amor com um argentino
Casaria com um brasileiro e contaria para os meus netos muitas estórias

Na sétima  viveria um pouco de cada vida
Amaria a todos incondicionalmente, Viveria com cautela
Mas em algum instante me descuidaria sem perceber
Viveria a vida de forma louca sem pensar em nada

No meio de uma grande viagem leria bons livros
E publicaria quem sabe um ou dois viveria um grande amor
Teria muitas estórias para contar

Na sétima vida viveria, da forma que vivo
A única vida que me foi dada por Deus
Vivo sete vidas de uma só vez,

Para que não me arrependa de uma não viver
Sou o que quero ser, cada dia diferente sete formas de viver
Porque possuo apenas uma vida
Uma chance para vencer.

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Acreditei…

Sentia-me nas nuvens quando conheci você.

Viajava em suas palavras tão sentidas, pareciam sinceras. Havia sintonia de pensamentos, até achava que era um anjo! Nossos corpos vibrantes, carentes, sedentos de paixão.

Acreditei, mas sabia que arriscava, porque parecia um sonho. Acreditei que encontrara o amor, devido ao meu insensato coração.

O tempo foi passando… Passando… espaçando os nossos momentos. Sofri! Como eu chorei! Meu corpo sentia falta dos carinhos, do abraço gostoso, do aconchego, das promessas! Foi quando comecei a ver você realmente, sem ilusão.

Tornei-me uma mulher ferida em meus sentimentos mais lindos! Perdi a confiança, a esperança, porque era tudo mentira. Eu acreditei… Que ilusão!

A parábola dos talentos

Porque isto é também como um homem que, partindo para fora da terra, chamou os seus servos, e entregou-lhes os seus bens.
E a um deu cinco talentos, e a outro dois, e a outro um, a cada um segundo a sua capacidade, e ausentou-se logo para longe.
E, tendo ele partido, o que recebera cinco talentos negociou com eles, e granjeou outros cinco talentos.
Da mesma sorte, o que recebera dois, granjeou também outros dois.
Mas o que recebera um, foi e cavou na terra e escondeu o dinheiro do seu senhor.
E muito tempo depois veio o senhor daqueles servos, e fez contas com eles.
Então aproximou-se o que recebera cinco talentos, e trouxe-lhe outros cinco talentos, dizendo: Senhor, entregaste-me cinco talentos; eis aqui outros cinco talentos que granjeei com eles.
E o seu senhor lhe disse: Bem está, servo bom e fiel. Sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor.
E, chegando também o que tinha recebido dois talentos, disse: Senhor, entregaste-me dois talentos; eis que com eles granjeei outros dois talentos.
Disse-lhe o seu senhor: Bem está, bom e fiel servo. Sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor.
Mas, chegando também o que recebera um talento, disse: Senhor, eu conhecia-te, que és um homem duro, que ceifas onde não semeaste e ajuntas onde não espalhaste;
E, atemorizado, escondi na terra o teu talento; aqui tens o que é teu.
Respondendo, porém, o seu senhor, disse-lhe: Mau e negligente servo; sabias que ceifo onde não semeei e ajunto onde não espalhei?
Devias então ter dado o meu dinheiro aos banqueiros e, quando eu viesse, receberia o meu com os juros.
Tirai-lhe pois o talento, e dai-o ao que tem os dez talentos.
Porque a qualquer que tiver será dado, e terá em abundância; mas ao que não tiver até o que tem ser-lhe-á tirado.
Lançai, pois, o servo inútil nas trevas exteriores; ali haverá pranto e ranger de dentes.
E quando o Filho do homem vier em sua glória, e todos os santos anjos com ele, então se assentará no trono da sua glória;
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