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Arquivo para o mês “junho, 2012”

BRASIL

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Strudel

O strudel é um tipo de doce em camadas e enrolado com recheio em seu interior. Se tornou conhecido e ganhou popularidade no século 18 durante o Império Habsburgo.

O doce foi denominado da palavra em alemão “Strudel”, que no Médio Alto da Alemanha, significa literalmente redemoinho.   A origem dessa forma de se trabalhar a massa e as inúmeras maneiras de preparo, nos é desconhecida nos dias de hoje. A receita mais antiga que temos conhecimento do nosso conhecido strudel, remonta de 1696, e está preservada na Biblioteca Municipal de Viena, a “Wiener Stadtbibliothek”.O strudel é mais frequentemente associada à cozinha austríaca, mas historicamente já era conhecida dentro da culinária árabe e turca. Lá essa especialidade era e até hoje é, feita com massa “filo” e recheado com nozes, pistache, amendoas, mel, queijos, yogurtes, carnes etc, e não era somente enrolados, mas também sobrepostas as camadas.

Podem ter os austríaco se inspirado no modo como os turcos esticavam a massa, mas os húngaros, austríacos, e os bavarios tiveram suas participações no seu aprimoramento. Em todo o caso, foram os vienenses, especialistas neste setor, que tornaram essa iguaria conhecida no mundo todo.   Os tipos mais conhecidos são o de maçã (Apfelstrudel) e o de queijo ricota, com passas e açúcar (Topfenstrudel). Nesta lista também se incluem o de cereja azeda (Weichselstrudel),de cereja doce (Kirschenstrudel) e de semente de papoula (Mohnstrudel).

Existem também strudels salgados recheados com espinafre, repolho, verduras entre outras receitas.   O strudel na confeitaria austríaca é diferente dos strudels servido em outras partes do mundo, que muitas vezes são feitos de massa folhada, massa de fermento ou de massa filo.

A tradicional massa do strudel na Áustria é muito fina e elástica. É feita à partir de farinha de trigo com elevado teor de glúten, contendo, água, sal, açúcar, manteiga e ovo (opcional). A massa é trabalhada vigorosamente, descansada e depois esticada sobre uma toalha de pano até ficar muito fina.

ECO 92 X RIO+20

ANDREA VIALLI

A conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, mais conhecida como Rio+20, é a quarta filha de uma série de cúpulas da ONU sobre ambiente iniciada em 1972, em Estocolmo, Suécia.

Depois, vieram a Eco-92, que resultou em vários acordos importantes, como as convenções sobre mudanças climáticas, biodiversidade e a Agenda 21.

Em 2002, foi realizada a Rio+10, em Johannesburgo, África do Sul, com o intuito de fazer um balanço dos avanços obtidos até então. Agora, a Rio+20 promete uma agenda ainda mais ampla -o que já vem sendo alvo de críticas.

O tema central da conferência é a transição para a economia verde, que propõe a adoção de um novo sistema produtivo, com base na baixa emissão de poluentes, na eficiência no uso dos recursos naturais e na erradicação da pobreza. O segundo tema que será discutido é governança global: como os países se organizarão, em termos de acordos, protocolos e instituições, para colocar esse novo modelo em prática.

O governo brasileiro e a ONU esperam repetir o sucesso da Eco-92, quando 108 chefes de Estado e 17 mil ativistas de ONGs colocaram o Rio de Janeiro sob os holofotes da mídia mundial. Segundo o Itamaraty, mais de 130 países confirmaram presença e o Rio se prepara para abrigar 50 mil visitantes.

As atividades paralelas à conferência começam no dia 13 de junho e estão espalhadas por uma dezena de locais, como Aterro do Flamengo, Forte de Copacabana e Píer Mauá. O Riocentro, mesmo local que abrigou a Eco-92, sediará a cúpula propriamente dita, com os chefes de Estado, de 20 a 22 de junho.

Apesar das ambições do governo de atrair o maior número de chefes de Estado para a Rio+20, é notório que a conferência ocorre em um momento geopolítico crítico. Com 7 bilhões de pessoas, nunca se falou tanto nos limites físicos do planeta. No entanto, falta vontade política para discutir o futuro.

“As lideranças dos países ricos estão mais preocupadas em resolver seus problemas econômicos deflagrados pela grave crise que teve início em 2008, no mercado imobiliário americano, com reflexos posteriores nos países europeus”, afirma Maurice Strong, ex-secretário-geral da Eco-92 e hoje professor da Universidade de Pequim.

Ao mesmo tempo, potências emergentes, como Brasil, China, Rússia e Índia, saboreiam o crescimento e a nova importância que ganharam no contexto mundial.

Aos 83 anos e prestes a carimbar o passaporte rumo à Rio+20, Strong é enfático: a cúpula não produzirá tantos acordos relevantes como produziu a Eco-92.

“A Rio+20 atrairá muita gente e muita atenção, mas questões políticas e econômicas vão dificultar que obtenhamos progresso. Não será dessa vez que veremos nascer novos acordos”, diz.

Em 1992, o cenário era bem diferente. O fim da Guerra Fria, cujo símbolo foi a queda do Muro de Berlim, em 1989, deixou o mundo menos polarizado e mais aberto a novas ideias. A retórica ambientalista ganhou força com a publicação do Relatório Brundtland, de 1987, que definiu o desenvolvimento sustentável como “aquele que atende as necessidades presentes sem comprometer a capacidade das gerações futuras se desenvolverem”.

PEGADA MAIOR

Hoje, mais do que em 1992, a ciência comprova o agravamento da crise ambiental. No campo das mudanças climáticas, já é dado como certo que a temperatura vai subir mais de 2 graus centígrados, por causa da concentração de CO2 na atmosfera.

A demanda por recursos naturais dobrou desde a década de 1960 e a biodiversidade encolheu 30% em todo o mundo entre 1970 e 2008, vítima do avanço das atividades humanas, como agricultura, pesca e mineração, sobre florestas e oceanos.

“A ciência traz evidências de que não estamos em uma situação muito confortável. No entanto, é alto o risco de que a Rio+20 produza um documento final fraco, sem objetivos concretos”, diz o ex-ministro do Meio Ambiente Rubens Ricúpero.

A percepção de que os resultados da conferência serão enfraquecidos vem da posição do governo, que tenta dar mesmo peso às questões sociais, ambientais e econômicas -o “tripé” da sustentabilidade.

Além disso, o “Rascunho Zero”, esboço do documento final da cúpula, não se aprofunda em nenhum tema específico. Há muitos itens entre colchetes (o que indica falta de consenso) e poucas sugestões concretas.

Um dos poucos pontos próximos de um acordo global é a criação dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, um conjunto de metas sociais e ambientais a serem perseguidas a partir de 2020.

O Brasil, anfitrião, defende que o mérito da Rio+20 será traçar um plano de ação rumo à economia verde para o próximos anos. “Teremos um documento político, reafirmando o compromisso dos países rumo a um desenvolvimento inclusivo e com tecnologias limpas”, diz o embaixador André Corrêa do Lago, negociador-chefe do Brasil. “A Rio+20 vai marcar mais o início de processos do que a conclusão deles”, diz.

Em discurso contundente, a garota Severn Suzuki calou líderes na Eco-92/Rio+20 já tem a sucessora da menina de 12 anos que encantou a Rio-92

Na Eco-92, a menina canadense Severn Suzuki, então com 12 anos, fez um dos discursos mais categóricos da conferência, deixando os líderes de governo de boca aberta.

“Estou aqui para falar em nome das gerações que estão por vir. Estou aqui para defender as crianças que passam fome pelo mundo e cujos apelos não são ouvidos. Estou aqui para falar em nome das incontáveis espécies de animais que estão morrendo em todo o planeta, porque já não têm mais aonde ir. Não podemos mais permanecer ignorados”, disse Severn Suzuki. Passados 20 anos, o apelo de Severn Suzuki permanece atual.

 A neo-zelandesa Brittany Trilford tem tudo para ficar conhecida como o rosto da Rio+20.

Brittany é uma espécie de sucessora de Severn Suzuki, a jovem canadense de 12 anos que discursou na Rio-92 para os principais chefes de Estado do planeta. Fenômeno no Youtube, o discurso da menina entrou para a história do evento. Na ocasião ela cativou a plateia com palavras ingênuas, mas fortes:

“Estou aqui para falar para todas as futuras gerações. Estou aqui em nome das crianças famintas ao redor do mundo cujo choro não é ouvido. Estou aqui para falar para os inúmeros animais que estão morrendo porque não têm para onde ir…”

A Rio+20 é Conferência da ONU sobre Desenvolvimento Sustentável,  ocorre de 13 a 22 de junho, no Rio de Janeiro. Não é uma reunião para discutir meio ambiente, mas sim como as esferas sociais e ambientais, além da econômica, também devem ser consideradas no desenvolvimento de um país.

 

***

Um bebê perguntou a Deus: “Dizem-me que estarei sendo enviado à Terra amanhã, mas como eu vou viver lá, sendo assim pequeno e indefeso?” 
“Seu anjo estará esperando por você e vai cuidar de você.” 
A criança ainda perguntou: “Mas diga-me, aqui no céu eu não preciso fazer nada, mas cantar e sorrir para ser feliz.” 
Deus disse: “Seu anjo cantará para você e sorrirá para você. Uma d you will feel your angel’s love and be very happy.”
Again the child asked, “And how am I going to be able to understand when people talk to me if I don’t know the language?”
God said, “Your angel will tell you the most beautiful and sweet words you will ever hear, and with much patience and care, your angel will teach you how to speak.”
“And what am I going to do when I want to talk to you?”
God said, “Your angel will place your hands together and will teach you how to pray.”
“Who will protect me?”
God said, “Your angel will defend you even if it means risking it’s life.”
“But I will always be sad because I will not see you anymore.”
God said, “Your angel will always talk to you about Me and will teach you the way to come back to Me, even though I will always be next to you.”
At that moment there was much peace in Heaven, but voices from Earth could be heard and the child hurriedly asked, “God, if I am to leave now, please tell me my angel’s name.”
“You will simply call her, ‘Mom.'”

L.o.v.e

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L.O.V.E

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