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Arquivo para o mês “março, 2017”

Era uma vez…

Era uma vez…
O Sr. *GÊNESIS*
e o Sr. *ÊXODO* passeando.
No caminho viram
*LEVÍTICOS* contando os
*NÚMEROS* de
*DEUTERONÔMIO*.
Enquanto isso
*JOSUÉ* estava a espera dos
*JUÍZES* para irem ver
*RUTE* que clamava em alta voz:
*SAMUEL, SAMUEL!*
Com o grupo, vinha o
PRIMEIRO e o SEGUNDO dos
*REIS* de
*CRÔNICAS* para visitarem
*ESDRAS*,
*NEEMIAS* e
*ESTER*,
afim de se compadecerem do sofrimento de
*JÓ* seu irmão.
Nesta visita perceberam que o sr.
*SALMOS* estava a ensinar seu filho os
*PROVÉRBIOS* concernentes a
*ECLESIASTES* e
*CÂNTICOS* de
*SALOMÃO*.
Curiosamente, isto coincidiu com o período em que
*ISAÍAS* e
*JEREMIAS* estavam mergulhados em
*LAMENTAÇÕES* por causa de
*EZEQUIEL*
*DANIEL* e seus amigos.
Naquele tempo
*OSEIAS* e
*JOEL* não estavam por perto.
Três dias depois,
*AMÓS*
*OBADIAS* e
*JONAS* viajaram no mesmo barco com
*MIQUÉIAS* e
*NAUM* para Jerusalém. Além do mais,
*HABACUQUE* visitava
*SOFONIAS* que o apresentou a
*AGEU* um amigo de
*ZACARIAS* cujo primo era
*MALAQUIAS*.
Imediatamente após conhecermos a velha tradição,
*MATEUS*,
*MARCOS*,
*LUCAS* e
*JOÃO* praticam
*ATOS* de bondade para com os
*ROMANOS* que foram por duas vezes a
*CORÍNTIOS* para ver como estavam os
*GÁLATAS* que viviam ali.
Naquele mesmo período os
*EFÉSIOS* perceberam que os
*FILIPENSES* estavam próximos dos
*COLOSSENSES*, nisso enviaram duas cartas aos
*TESSALONICENSES* para as fazerem chegar aos
*TIMÓTEOS* que haviam ido à casa de *TITO* para ensinar
*FILÊMON* seu irmão mais jovem a ler e ensinar aos
*HEBREUS*
Ao ouvir isso,
*TIAGO* pediu duas vezes a
*PEDRO* para explicar como são as três cartas de
*JOÃO*.
Enquanto isso,
*JUDAS* se impressionava com a visão antecipada do final do mundo revelada em
*APOCALIPSE*!!!

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Se

Se és capaz de manter a tua calma quando /
Todo o mundo ao teu redor já a perdeu e te culpa; /
De crer em ti quando estão todos duvidando, /
E para esses no entanto achar uma desculpa;/
Se és capaz de esperar sem te desesperares,/
Ou, enganado, não mentir ao mentiroso,/
Ou, sendo odiado, sempre ao ódio te esquivares,/
E não parecer bom demais, nem pretensioso;/

Se és capaz de pensar — sem que a isso só te atires,/
De sonhar — sem fazer dos sonhos teus senhores./
Se encontrando a desgraça e o triunfo conseguires/
Tratar da mesma forma a esses dois impostores;/
Se és capaz de sofrer a dor de ver mudadas/
Em armadilhas as verdades que disseste,/
E as coisas, por que deste a vida, estraçalhadas,/
E refazê-las com o bem pouco que te reste;/

Se és capaz de arriscar numa única parada/
Tudo quanto ganhaste em toda a tua vida,/
E perder e, ao perder, sem nunca dizer nada,/
Resignado, tornar ao ponto de partida;/
De forçar coração, nervos, músculos, tudo/
A dar seja o que for que neles ainda existe,/
E a persistir assim quando, exaustos, contudo,/
Resta a vontade em ti que ainda ordena: “Persiste!”;/

Se és capaz de, entre a plebe, não te corromperes/
E, entre reis, não perder a naturalidade,/
E de amigos, quer bons, quer maus, te defenderes,/
Se a todos podes ser de alguma utilidade,/
E se és capaz de dar, segundo por segundo,/
Ao minuto fatal todo o valor e brilho,/
Tua é a terra com tudo o que existe no mundo/
E o que mais — tu serás um homem, ó meu filho!

Rudyard Kipling (1865-1936)

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