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Qual o melhor AMD ou Intel

Se você tem se aventurado por lojas de eletrônicos em busca de um novo desktop ou notebook, deve ter reparado que a grande maioria dos modelos à venda usam processadores da Intel ou da AMD. O primeiro é certamente mais famoso, mas não é raro encontrar o segundo no mercado.

Mas, afinal de contas, qual a diferença entre Intel e AMD? É verdade que um é simplesmente melhor que o outro? Mas e quanto ao preço, qual tem o melhor custo-benefício? Leia os parágrafos abaixo para entender, de uma vez, tudo o que você precisa saber sobre os processadores de cada marca.

A Intel é certamente a marca de processadores mais popular do mundo. Levantamentos mais recentes indicam que a empresa é responsável pela receita de mais de 80% do mercado mundial de CPUs, enquanto a AMD fica em um distante segundo lugar. Qual é o motivo para esse sucesso, afinal?

Em geral, é fácil argumentar que os processadores da Intel possuem melhor performance em alguns aspectos primordiais. Ainda que os chipsets da AMD possuam mais núcleos de processamento, os núcleos dos chipsets da Intel são mais rápidos e eficientes individualmente. Isso, porém, não é uma regra inflexível: há processadores da AMD com performance melhor que os da Intel, mas não são muitos.

Prova disso são testes de benchmark, como os do CPUBoss. Um Intel Core i7-6700K vence com facilidade um equivalente da AMD, o FX-9590. Em termos de especificações, essa constatação não é nada óbvia. O chipset da Intel é um quad-core de 4 GHz, enquanto o da AMD é um octa-core de 4.7 GHz. Ainda assim, a performance do primeiro é superior.

Isso se deve principalmente aos anos de investimentos da Intel em pesquisa e desenvolvimento na arquitetura de seus chips. Os processadores da Intel também costumam ser mais “flexíveis” em termos de compatibilidade com diferentes modelos de placa-mãe, o que facilita o lado das fabricantes de PC – e também o dos entusiastas querendo montar suas próprias máquinas.

O lado negativo é que, invariavelmente, a maioria dos processadores da Intel de mais alto desempenho são também mais caros do que os da AMD com especificações semelhantes. Numa rápida pesquisa pelo varejo brasileiro, é possível encontrar chips da Intel custando de R$ 300 até quase R$ 10 mil. Já os da AMD podem ser comprados por quem tiver entre R$ 130 e R$ 2.000 para gastar.

Como já comentamos, muitos dos processadores da AMD são mais baratos do que os da Intel, o que garante uma vantagem à empresa nesse sentido. É importante lembrar que “mais barato” não significa, necessariamente e nem em todos os casos, que o processador tem desempenho ruim. Pode não ser tão bom quanto um rival, mas certamente não deve ser ruim.

Se você comparar apenas os preços, verá que um AMD Athlon X4, que pode ser encontrado custando em torno de R$ 300, tem uma performance geral melhor que um Intel Pentium da mesma faixa de preço. Se você quer economizar no processador, os modelos da AMD costumam valer mais a pena no quesito custo-benefício.

Outro ponto em que a AMD geralmente leva a melhor é na placa de vídeo integrada de seus produtos. Por exemplo, um AMD A10 7870K, que custa cerca de R$ 700, tem uma performance gráfica bem superior à de um i5-6400 que custa quase o mesmo. Ou seja, em jogos mais básicos, os processadores da AMD também são mais vantajosos.

O lado ruim dos produtos da AMD – e também uma das principais críticas dos usuários à empresa – tem a ver com sua eficiência energética. Os processadores da marca consomem, em média, mais energia que os concorrentes, além de ficarem mais quentes com maior frequência. Muito disso se deve ao número superior de núcleos, que torna mais complicada a dissipação de calor.

Um PC com um processador AMD de alto nível, portanto, acaba exigindo um sistema de refrigeração melhor – o que pode tornar o pacote final um pouco mais caro do que se você tivesse comprado um processador Intel. Sendo assim, é razoável concluir que a AMD tem boas opções para quem quer economizar, mas não sem algumas desvantagens.

É possível dizer que um é melhor que o outro? A resposta mais curta seria: não. Intel e AMD têm vantagens e desvantagens, mas no fim do dia tudo depende do que você, enquanto consumidor, mais valoriza no momento da compra de um computador ou de um processador para montar ou atualizar seu próprio PC.

A Intel faz muitos processadores que são mais rápidos e eficientes, pelo menos na maioria das categorias de preço; enquanto a AMD tem processadores com melhores GPUs integradas e por um custo-benefício mais vantajoso, pelo menos entre os modelos mais baratos. Vale a pena comparar chipsets de valor semelhante das duas marcas antes de comprar.

Outros detalhes que não entraram neste artigo, como possibilidade de overclock e compatibilidade com placas-mãe, também podem ajudar a desequilibrar a disputa. No fim das contas, um processador não faz nada sozinho: um bom PC também precisa de diversos outros componentes de hardware para exibir uma boa performance.

O importante é que você evite apostar todas as suas fichas na marca mais famosa, porque isso nem sempre é indicativo de qualidade. Ambas, Intel e AMD, têm produtos capazes de atender aos diferentes perfis de consumidores. Basta, primeiro, decidir qual é o seu.

Lamentações Capítulo 3 1-18

1 Eu sou o homem que viu a aflição pela vara do furor de Deus.
2 Ele me levou e me fez andar em trevas e não na luz.
3 Deveras ele volveu contra mim a mão, de contínuo, todo o dia.
4 Fez envelhecer a minha carne e a minha pele, despedaçou os meus ossos.
5 Edificou contra mim e me cercou de veneno e de dor.
6 Fez-me habitar em lugares tenebrosos, como os que estão mortos para sempre.
7 Cercou-me de um muro, e já não posso sair; agravou-me com grilhões de bronze.
8 Ainda quando clamo e grito, ele não admite a minha oração.
9 Fechou os meus caminhos com pedras lavradas, fez tortuosas as minhas veredas.
10 Fez-se-me como urso à espreita, um leão de emboscada.
11 Desviou os meus caminhos e me fez em pedaços; deixou-me assolado.
12 Entesou o seu arco e me pôs como alvo à flecha.
13 Fez que me entrassem no coração as flechas da sua aljava.
14 Fui feito objeto de escárnio para todo o meu povo e a sua canção, todo o dia.
15 Fartou-me de amarguras, saciou-me de absinto.
16 Fez-me quebrar com pedrinhas de areia os meus dentes, cobriu-me de cinza.
17 Afastou a paz de minha alma; esqueci-me do bem.
18 Então, disse eu: já pereceu a minha glória, como também a minha esperança no SENHOR.

O mapa da América Latina sem o Brasil

No entanto, o Brasil, visto no mapa, aparece como a barriga do continente. Experimente imaginar a figura da América Latina sem o Brasil. Façam um teste com lápis e papel. Tudo fica desfigurado. Esse corpo robusto, compacto, maciço e cheio que forma o continente se transforma imediatamente em uma imagem irreconhecível, como uma serpente em pé ou um corpo privado do tronco e da barriga.

Pode-se discutir até o infinito sobre se existe a brasilidade, sobre se há duas Américas – a hispânica e a portuguesa. É inegável que dentro de um mesmo continente cada canto mantém sua idiossincrasia, suas características antropológicas e históricas.

A União Europeia é, por exemplo, na época moderna, a mais forte experiência de um continente unido, no qual até as fronteiras foram apagadas, com uma moeda única, um Governo e um Parlamento próprios e até um Banco Central.

E ninguém poderá dizer que a diversidade, não só de línguas, mas de identidades culturais e história, é menos disparatada do que a que existe entre Brasil e México, por exemplo. O que têm em comum a Suécia com a Grécia, ou Portugal com o Reino Unido ou a Holanda?

Brasil como um laboratório de análise das suas tendências de uma civilização nova que poderia estar surgindo, já que sua gente, me dizia, “trabalha para viver, e não vive só para trabalhar”. Um país com rara tolerância religiosa, uma enorme capacidade de aceitação do diferente, algo que é hoje o grande espinho castrador da Europa: o medo e a rejeição aos “outros”, considerados como os novos inimigos.

O Brasil não pode ser arrancado do mapa do continente, que ficaria muito feio sem ele, nem tampouco da nova experiência que está germinando e que explicaria esse fascínio atual dos europeus até pela vida pobre das favelas brasileiras, ricas em humanidade e criatividade, e que apontam, com todas as suas contradições, para valores de uma nova civilização em gestação.

Origens e conflitos das diferentes gerações no contexto profissional

 

O início das classificações
Antigamente uma geração era definida a cada 25 anos, porém, nos dias de hoje, já não se espera mais um quarto de século para se instaurar uma nova classe genealógica. Atualmente os especialistas apontam que uma nova geração surge a cada 10 anos apenas. Nas empresas, isso implica em pessoas de diferentes idades e costumes vivendo em um mesmo ambiente de trabalho, trocando experiências e gerenciando conflitos em períodos cada vez menores.

A geração Baby Boomer
A Geração Baby Boomer surgiu logo após o fim da Segunda Guerra Mundial. Hoje, estas pessoas estão com mais de 45 anos e se caracterizam por gostarem de um emprego fixo e estável. No trabalho seus valores estão fortemente embasados no tempo de serviço, e preferem ser reconhecidas pela sua experiência à sua capacidade de inovação.
O termo em inglês “Baby Boomer” pode ser traduzido livremente para o português como “explosão de bebês”, fenômeno social ocorrido nos Estados unidos no final da Segunda Guerra, ocasião em que os soldados voltaram para suas casas e conceberam filhos em uma mesma época.
Os Boomers também são identificados como inventores da era “paz e amor”, pois tinham aversão aos conflitos armados. Preferiam a música, as artes e todas as outras formas de cultura como instrumentos para evolução humana do que as guerras.
Nos dias de hoje os pertencentes à geração Baby Boomer, em sua maioria, ocupam os cargos de diretoria e gerência nas empresas. Por exercerem funções de chefia, e muitas vezes em nível estratégico, chocam-se diretamente contra as gerações mais jovens no que diz respeito aos seus ideais, o que ocasiona um contraste de comportamento e valores considerável, que já é apreciado com grande cuidado nos setores de recursos humanos e estratégico das organizações, que por sua vez tentam administrar positivamente os conflitos e reverter as diferenças em potenciais de atuação.

A Geração X
Enquanto a Geração Baby Boomer se apresenta como contemporânea ao nascimento da tecnologia a Geração X surge já fazendo uso dos recursos tecnológicos promovidos por sua geração precursora. Surgida em meados da década de 60 e estendendo-se até o final dos anos 1970, essa geração vivenciou no Brasil acontecimentos como as “Diretas Já” e o fim da ditadura.
No meio profissional a Geração X é caracterizada atualmente por certas resistências em relação a tudo que é novo, além de apresentar insegurança em perder o emprego por pessoas mais novas e com mais energia. Estas formam a sucessora da Geração X: a Geração Y.

A Geração Y
Nasce então na década de 80 a Geração Y, que em pouco tempo de vida já presenciou os maiores avanços na tecnologia e diversas quebras de paradigma do mercado de trabalho. Por conseguinte, num ambiente tão inovador, a Geração Y se individualiza ao apresentar características como capacidade em fazer várias coisas ao mesmo tempo, como ouvir música, navegar na internet, ler os e-mails, entre várias outras que, em tese, não atrapalham os seus afazeres profissionais. Essa geração também apresenta um desejo constante por novas experiências, o que no trabalho resulta em querer uma ascensão rápida, que a promova de cargos em períodos relativamente curtos e de maneira contínua.
Os perfis da Geração X e Y são bastante diferentes quando colocados em comparação os seus comportamentos. Enquanto o X prefere tranquilidade o Y quer movimento; o Y deseja inovar a qualquer custo, já o X prefere a estabilidade e o equilíbrio. Tais contrastes apresentam uma dificuldade para as empresas que possuem colaboradores da Geração X subordinados a Geração Y. A maioria dos mais velhos não aceita com naturalidade um comando imposto por um mais novo, que por sua vez acha morosa demais as decisões dos mais velhos.
Nos dias de hoje e em meio a tanta diferença de valores, para as organizações a preferência se dá pela capacidade de cada profissional e não mais pelo tempo de trabalho. Embora a experiência conte muito na tomada de decisão a competência de cada um em função da demanda por execuções mais rápidas torna-se o fator primordial para a contratação, delegação de funções e promoções dentro de uma empresa.

A Geração Z
Os jovens nascidos em meados dos anos noventa forma o conjunto da Geração Z. Estes ainda não estão inseridos no mercado de trabalho, mas já são motivo de reflexão por conta do seu comportamento individualista e de certa forma antissocial.
A Geração Z é contemporânea a uma realidade conectada à Internet, em que os valores familiares, como sentar-se à mesa e conversar com os pais, não são tão expressivos quanto aos contatos virtuais estabelecidos pelos jovens na Web. Formada pelos que ainda não saíram da escola e ainda não decidiram a profissão a ser exercida no futuro a Geração Z também se destaca por sua excentricidade.
Os jovens da Geração Z apresentam um perfil mais imediatista. Querem tudo para agora e não têm paciência com os mais velhos quando estes precisam de ajuda com algum equipamento eletrônico ou algum novo recurso da informática. Esse tipo de atitude sugere que tais jovens terão sérios problemas no mercado de trabalho, quando serão exigidas habilidades para se trabalhar em equipe. O trabalho coletivo demanda respeito e tolerância, virtudes em escassez nos jovens da Geração Z.

PARÁBOLA DO RATO QUE AVISOU SOBRE A RATOEIRA…

Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote.

Pensou logo no tipo de comida que haveria ali.
Ao descobrir que era ratoeira ficou aterrorizado.
Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos:

– Há ratoeira na casa, ratoeira na casa !!

A galinha:

– Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.
O rato foi até o porco e:

– Há ratoeira na casa, ratoeira !

– Desculpe-me Sr. Rato, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser orar. Fique tranqüilo que o Sr. será lembrado nas minhas orações.

O rato dirigiu-se à vaca e:

– Há ratoeira na casa!

– O que? Ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não!

Então o rato voltou para casa abatido, para encarar a ratoeira.

Naquela noite, ouviu-se um barulho, como o da ratoeira pegando sua vítima.. A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego. No escuro, ela não percebeu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher…

O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital.
Ela voltou com febre.
Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha.
O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal.

Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la.
Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco.

A mulher não melhorou e acabou morrendo.

Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo.

Moral da História:

Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que quando há uma ratoeira na casa, toda fazenda corre risco.

O problema de um é problema de todos!

Era uma vez…

Era uma vez…
O Sr. *GÊNESIS*
e o Sr. *ÊXODO* passeando.
No caminho viram
*LEVÍTICOS* contando os
*NÚMEROS* de
*DEUTERONÔMIO*.
Enquanto isso
*JOSUÉ* estava a espera dos
*JUÍZES* para irem ver
*RUTE* que clamava em alta voz:
*SAMUEL, SAMUEL!*
Com o grupo, vinha o
PRIMEIRO e o SEGUNDO dos
*REIS* de
*CRÔNICAS* para visitarem
*ESDRAS*,
*NEEMIAS* e
*ESTER*,
afim de se compadecerem do sofrimento de
*JÓ* seu irmão.
Nesta visita perceberam que o sr.
*SALMOS* estava a ensinar seu filho os
*PROVÉRBIOS* concernentes a
*ECLESIASTES* e
*CÂNTICOS* de
*SALOMÃO*.
Curiosamente, isto coincidiu com o período em que
*ISAÍAS* e
*JEREMIAS* estavam mergulhados em
*LAMENTAÇÕES* por causa de
*EZEQUIEL*
*DANIEL* e seus amigos.
Naquele tempo
*OSEIAS* e
*JOEL* não estavam por perto.
Três dias depois,
*AMÓS*
*OBADIAS* e
*JONAS* viajaram no mesmo barco com
*MIQUÉIAS* e
*NAUM* para Jerusalém. Além do mais,
*HABACUQUE* visitava
*SOFONIAS* que o apresentou a
*AGEU* um amigo de
*ZACARIAS* cujo primo era
*MALAQUIAS*.
Imediatamente após conhecermos a velha tradição,
*MATEUS*,
*MARCOS*,
*LUCAS* e
*JOÃO* praticam
*ATOS* de bondade para com os
*ROMANOS* que foram por duas vezes a
*CORÍNTIOS* para ver como estavam os
*GÁLATAS* que viviam ali.
Naquele mesmo período os
*EFÉSIOS* perceberam que os
*FILIPENSES* estavam próximos dos
*COLOSSENSES*, nisso enviaram duas cartas aos
*TESSALONICENSES* para as fazerem chegar aos
*TIMÓTEOS* que haviam ido à casa de *TITO* para ensinar
*FILÊMON* seu irmão mais jovem a ler e ensinar aos
*HEBREUS*
Ao ouvir isso,
*TIAGO* pediu duas vezes a
*PEDRO* para explicar como são as três cartas de
*JOÃO*.
Enquanto isso,
*JUDAS* se impressionava com a visão antecipada do final do mundo revelada em
*APOCALIPSE*!!!

Se

Se és capaz de manter a tua calma quando /
Todo o mundo ao teu redor já a perdeu e te culpa; /
De crer em ti quando estão todos duvidando, /
E para esses no entanto achar uma desculpa;/
Se és capaz de esperar sem te desesperares,/
Ou, enganado, não mentir ao mentiroso,/
Ou, sendo odiado, sempre ao ódio te esquivares,/
E não parecer bom demais, nem pretensioso;/

Se és capaz de pensar — sem que a isso só te atires,/
De sonhar — sem fazer dos sonhos teus senhores./
Se encontrando a desgraça e o triunfo conseguires/
Tratar da mesma forma a esses dois impostores;/
Se és capaz de sofrer a dor de ver mudadas/
Em armadilhas as verdades que disseste,/
E as coisas, por que deste a vida, estraçalhadas,/
E refazê-las com o bem pouco que te reste;/

Se és capaz de arriscar numa única parada/
Tudo quanto ganhaste em toda a tua vida,/
E perder e, ao perder, sem nunca dizer nada,/
Resignado, tornar ao ponto de partida;/
De forçar coração, nervos, músculos, tudo/
A dar seja o que for que neles ainda existe,/
E a persistir assim quando, exaustos, contudo,/
Resta a vontade em ti que ainda ordena: “Persiste!”;/

Se és capaz de, entre a plebe, não te corromperes/
E, entre reis, não perder a naturalidade,/
E de amigos, quer bons, quer maus, te defenderes,/
Se a todos podes ser de alguma utilidade,/
E se és capaz de dar, segundo por segundo,/
Ao minuto fatal todo o valor e brilho,/
Tua é a terra com tudo o que existe no mundo/
E o que mais — tu serás um homem, ó meu filho!

Rudyard Kipling (1865-1936)

21 medidas para acabar com a corrupção

1. Moral da história

Há 3 tipos de corrupção: a institucional (cujo remédio você vai ver nestas páginas), a cultural (tratada com políticas de educação) e a moral. Contra esta, não há solução. Se você não vê problema em pequenos gestos ilícitos, como molhara mão de um guarda, não é o Estado que vai convencê-lo do contrário.

2. Comitê de recepção

2 “deuses” comandam o mundo da corrupção. A burocracia (dificulta o acesso aos serviços públicos e abre brechas para os “jeitinhos”) e a impunidade (os corruptos raramente são punidos – o que gera mais corrupção).

3. Preparando o terreno

Exatamente porque há um fator moral – e portanto pessoal – que possibilita a corrupção, é impossível extingui-la da política. Mas dá para diminuir o problema. 3 fatores formam a base de sustentação de uma política honesta: educação (leva tempo, mas garante resultados duradouros), participação popular e Estado atuante.

4. Água suja

A corrupção começa antes de o candidato se eleger. Campanhas realizadas com dinheiro sonegado – o tal caixa 2 – alimentam a sujeira. O candidato recebe uma grana preta de um empresário e, depois de eleito, paga em favores. É o famoso rabo preso.

5. Vazamento

Várias medidas podem inibir o uso de caixa 2. Limitar os gastos dos candidatos e usar financiamento público de campanhas, por exemplo. O problema é que elas não resolvem o problema: o dinheiro sujo sempre encontra um jeito de aparecer.

6. Incentivo extra

Incentivo a doações legais podem ser a solução. O governo poderia oferecer benefícios fiscais aos doadores ou dar uma porcentagem extra de dinheiro público aos candidatos que conseguem doações legais.

7. Justiça única

No Brasil, crimes eleitorais são julgados por tribunais especiais (que julgam apenas questões eleitorais). A distinção leva à corrupção. Como resolver? Usar o Código Penal para todos – candidatos ou não.

8. Escapando da Justiça

Políticos corruptos têm seus nomes encaminhados à Justiça Eleitoral. Em tese, seriam inelegíveis a partir desse momento. Mas os recursos conseguem arrastar o processo por vários anos. Quando são condenados, já passaram por vários mandatos e enriqueceram com nosso dinheiro.

9. Infidelidade partidária

As eleições para o Legislativo são proporcionais (o número de cadeiras que um partido ocupa depende do número total de votos na sigla). No Brasil, o cálculo usa o método D`Hondt, que privilegia o número absoluto de votos que a legenda recebeu e incentiva que candidatos nanicos se filiem a legendas maiores só para pegar carona. O resultado é um Congresso com representantes sem comprometimento com as propostas políticas dos partidos, levando ao troca-troca sem fim de siglas.

10. Equação mais justa

O método usado na Noruega (chamado de Sainte-Langue) considera também o númerode votos individuais dos políticos. Assim, dificulta a eleição de candidatos com votações pouco expressivas.

11. Cadeia neles

Funcionários públicos pegos com a boca na botija – ou, para usar uma metáfora mais atual, com dinheiro na cueca – são investigados como qualquer outro cidadão, o que significa processos lentos e puniçõesque nunca chegam. Umadas soluções seria instituir o rito sumário (quediminui a possibilidade de recursos) para processos de desvio de dinheiro público.

12. Toma lá, dá cá

O poder público é obrigado a abrir licitações para compra de materiais e contratação de serviços. O problema é que elas se tornaram foco de corrupção: empresários são favorecidos nos processos de licitação, em troca de propina. O resultado é o superfaturamento: nós acabamos pagando muito por produtos ou serviços que custam bem menos.

13. Todos na rede

Quando a sociedade toda pode acompanhar as compras do poder público, o risco de fraude é menor. Um jeito de garantir essa transparência é instituir licitações eletrônicas, em que qualquer empresa pode concorrer via internet . Tudo às claras.

14. A justiça tarda…

… e falha. Político preso é artigo raríssimo no Brasil. A imunidade parlamentar e as diversas possibilidades de recursos permitem que mesmo os corruptos escapem das punições.

15. A regra é clara

A lei brasileira já é impecável no quese refere às CPIs. A Constituição diz que o Congresso pode instaurar uma Comissão Parlamentar de Inquérito desde que um terço dos parlamentares assine o requerimento.

16. CPIzza

Os regimentos internos da Câmara e do Senado determinam que todos os partidos – inclusive os da base de apoio do governo – indiquem integrantes para a CPI. Os governistas muitas vezes atrasam as indicações, de propósito. Ou seja, a CPI, que deve ser um instrumento da minoria, acaba dependente da vontade da situação. Além disso, acordos internos costumam sepultar as investigações.

17. Pressão popular

Mesmo com todas as entrelinhas das normas internas do Legislativo, a CPI costuma sair diante da pressão da sociedade. A mídia tem função decisiva nesse processo.

18. Quem manda?

O Ministério Público investiga suspeitas de corrupção política. Quando termina um inquérito, submete suas conclusões à Polícia Federal e às polícias estaduais para que os culpados sejam presos. Mas quem manda nas polícias são o presidente (no caso da PF) e os governadores (nos estados).

19. Troca de chefia

Para evitar que as polícias descumpram as decisões do Ministério Público, a solução é radical: transferir o comando delas para o MP, invertendo a ordem das hierarquias.

20. Lama neles

Hoje, estima-se que a corrupção custe cerca de 72 bilhões de reais ao Brasil. É mais do que gastamos com educação e quase o mesmo montante destinado à área da saúde.

21. Um país melhor

Lisura política é sinônimo de desenvolvimento social. A redução de 10% no nível de corrupção poderia aumentar em 50% a renda per capita do brasileiro, num período de 25 anos.

Origem do Brigadeiro

Brigadeiro, um dos doces mais famosos do mundo, teve origem brasileira e a sua criação resultou de circunstâncias bastante originais.

Em 1945, logo após o fim da Segunda Guerra Mundial, o Brasil estava em época de campanha para eleição de um novo presidente. O candidato Eduardo Gomes, cuja patente militar era Brigadeiro, tinha enorme sucesso entre as mulheres, o que aliás era comprovado pelo seu slogan da campanha que era “Vote no brigadeiro que é bonito e solteiro”.

Assim, as suas eleitoras mais devotas decidiram tentar promover a sua campanha organizando festas para angariar fundos e para dar ainda mais visibilidade ao seu candidato. Contrariamente a venderem o habitual merchandising eleitoral, decidiram elaborar um doce para ser vendido nesses encontros. Havia no entanto um problema. Como se estava em tempo de pós guerra havia imensa falta de leite fresco e de açúcar, o que complicava a tarefa de se fazer qualquer doce. Assim, decidiram recorrer ao leite condensado, misturando-o com manteiga e chocolate.

Estava assim criado o que ficou na altura conhecido como “o doce do brigadeiro” e que era vendido durante a campanha, tentando conquistar votos através do paladar do eleitorado. O doce foi um sucesso, mas o candidato acabou por não ser eleito.

Durante a década de 50 o nome foi abreviado e o doce espalhou-se por todo o país, sempre com uma excelente recepção.

Curiosidades:

– O brigadeiro é conhecido em muitos países como “trufas brasileiras”, devido à sua textura macia e delicada que faz lembrar as trufas francesas.

– Sabia que cada brigadeiro de 30 gramas tem, em média, 100 calorias?

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